Não é nenhuma novidade que as pessoas que conhecem mais de um idioma possuem mais chances de conseguir uma oportunidade profissional do que pessoas que só conhecem suas línguas nativas. Nos dias de hoje é muito fácil conseguir uma curso de idiomas flexível, ou até mesmo um professor particular que irá transformar o duro aprendizado desse novo idioma em uma atividade prazerosa e divertida.
A Catho (http://www.catho.com.br/) é uma das empresas online que lida diariamente com esse tipo de situação. Em uma de suas matérias a empresa publicou o seguinte trecho:
“Falar um idioma fluentemente já não é mais um diferencial profissional, mas sim um pré-requisito para quem busca uma vaga no mercado de trabalho ou pensa em crescer profissionalmente. Seja Inglês, Espanhol, Francês ou qualquer outro idioma, hoje em dia é impossível se dar bem falando apenas Português.”
O portal da administração (www.administradores.com.br) também lançou uma matéria muito importante ressaltando a importância de conhecer verdadeiramente um idioma e de ser sincero na hora de preencher o currículo “Parece que não nos damos conta do grau de importância quando mencionamos o idioma no currículo: inglês fluente, espanhol fluente. Ocorre que não mencionar o nível de conhecimento desses outros idiomas pode se tornar um erro grave, ou até mesmo em sérios transtornos.”
Se fosse para continuar precisaria de muitas linhas para apresentar empresas influentes que lidam com candidatos a emprego e funcionários em seus mais diversos discursos sobre a importância de saber mais idiomas, sobre a necessidade de conhecê-los verdadeiramente. A grande questão aqui é – por que não tentar verdadeiramente aprender um idioma se a oportunidade existe? Ou por que não incentivar um funcionário a aprender um idioma se aquilo poderá trazer benefícios para ele e para a sua instituição?
“O homem é fruto de sua transformação”
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